quinta-feira, 28 de junho de 2018

8º PERÍODO: HISTÓRIA DA FILOSOFIA NO BRASIL




PEQUENOS ESTUDOS DE FILOSOFIA BRASILEIRA


CAPÍTULO 10 







   
       


  
     DE ALVARO VIEIRA PINTO ¹


Álvaro Vieira Pinto

Em sua obra Consciência e realidade Nacional, a motivação dominante de Alvaro Vieira Pinto (1960), foi o estudo do binômio consciência ingênua - consciência crítica.  Na primeira colocação, o termo designa as tentativas que vão desvelando na vivencia dos países subdesenvolvidos na consciência ingênua; já no segundo binômio há uma pretensão de significar as tarefas que se propõe o pensador brasileiro, de tentar inverter os modos processuais compreensíveis do ser em países periféricos.  

Vejamos abaixo um esquema dessa articulação entre o binômio ingênuo x critico:


Este apelo ao radicalismo do enunciado, teve como forma de buscar um quadro de categorias de pensamentos cartesianos e husserliano, para modificar a forma absoluta nas perspectivas existenciais da população do “terceiro mundo”.  Vieira Pinto, manteve sinais de semelhanças e atitudes com Descartes e Husserl, para realizar análises críticas como a denominada consciência ingênua, que vai chegando aos requintes da impiedade em relação as vigências intelectuais nacionais, cujos atores são fáceis de identificar.  As atitudes radicais combinam  na ideia de aceitarmos a inteira responsabilidade pelo modo interpretativo da nossa realidade, que continuamos a orbitar no conjunto entre países avançados do mundo.  Somos vítimas na medida em que estes sempre nos exploram enquanto colonizadores desta nação.  

Vieira Pino não cita qualquer filósofo! Tanto que ignorou, solenemente em seu discurso a tradição ocidental filosófica, isto para tentar construir seu discurso original o máximo possível.  Seu leque de meditações deu abertura a vários campos para manipular os pensamentos das consciências.   No discurso teleológico, se configurou na ideia de desenvolvimento.  Combateram constantemente, as “dissertações acadêmicas”, algo por ele tratado por certo desprezo.  Esse fato talvez fosse explicado pelas circunstancias de Vieira Pinto, ter suas dedicações nas instancias mais fecundas de sua vida nas dissertações acadêmicas junto as exigibilidades da cátedra universitária.


Ao abandonar as ilusões da cátedra o autor procurou se dedicar totalmente em pensar no desenvolvimento nacional em seu momento histórico que suscitava ao debate.  Para o autor na fase de convívio de um professor Catedrático da Faculdade Nacional de Filosofia, ao momento de um não menos convicto pensador, não de uma realidade brasileira que ele pouco conhecia, mas de realidade nacionalista, como categoria para ser tema radical de seus debates. Aliás, fazer filosofia num país subdesenvolvido seria tomar a realidade natural como proto-história dentro das estruturas categóricas que dela vão emergir, e isto, abandonando todos os modelos de pensamentos que não sejam referidos a esta realidade crua.  A necessidade de colocar “entre parênteses” os artifícios filosófico-científicos, pois engendrados até hoje os temos em centros dominantes e o modelo original seria conceber a nossa realidade a partir do que é em si mesma.  Algo que deve passar pelo crivo depurativo com intermediação constante de atitudes sensórias. 


- Vejamos o que o que diz nosso pensador, sobre o país subdesenvolvido:

A filosofia da existência seria a mais perigosa de todas, se não for previamente submetida aos radicais de depurações, que as limpe de todos os traços alienados, indicando condicionamentos pela periferia regional.  Nas proposições referidas entre as peculiaridades momentâneas na história do país, o que é pertencente ao filósofo é essa situação encontrada na estrutura de sociedade (Pinto, 1960, p. 66).


A RESPONSABILIDADE DO FILÓSOFO NO PAÍS SUBDESENVOLVIDO
A proposta de censura estatal não fica explícita, mas denota uma responsabilidade do filósofo do país subdesenvolvido.  Sua importância terá sempre em vista a pátria com suas necessidades que se partem de um ponto radical reconstrutivo do pensar em “terceiro mundo”. Nessas razões esboçadas, Vieira Pinto se sente muito a vontade para desprezar a tradição filosófica.  Aqui ele não assume compromisso com o universo técnico dessa tradição filosófica, mas parte da reconstrução de radicais da filosofia, que vai ter em vista uma necessidade de reler o subdesenvolvimento e a miséria decorrente dele.

Responda que país é este? Numa necessidade de reler seu subdesenvolvimento e miséria?


Sociedade brasileira, para o autor, atingiu uma etapa de seu processo onde está produzindo uma alteração de sua consciência... (PINTO, 1960, p.11).   Esse processo histórico é difícil perceber o que "alterou a consciência ", na leitura de realidade de tempo.   
Ele pensou em realidade brasileira sem perceber o sentido planetário da ordem econômica social do pensar em sua contemporaneidade.   Neste laboroso esforço de pensarmos em realidade nacional, o pensador é contestado pelo fato de criarmos em nós mesmos uma "interpretação própria".    No sentido hegiliano, significaria recusa a um pensador concreto, mensurando que a negação de um universal, não irá envolver ao nosso pensador possibilidades de recuperações do espírito que irá se integrar a uma realidade.   Essa ideia de totalidade, ainda que fragmentada na vista dos países subdesenvolvidos, implica-se a admissão de faltas, que temos necessidade de convivermos com esta, entre uma forma ou outra, pudesse ser subsumida a nova categoria de sua concretude.  Assim, pensar em países periféricos iria significar uma busca constante para inserir na modernidade, ainda que com a perda de categorias complexas que são próprias, algo inimaginável. 


Em que se  resvala a ideia de consciência em Vieira Pinto?
* Insolipsismo: doutrina segundo a qual só existem, efetivamente, o eu e suas sensações, sendo os outros entes (seres humanos e objetos), como partícipes da única mente pensante, meras impressões sem existência própria .




TRATAMENTO DE CONSCIÊNCIA COMO INSTRUMENTO CODIFICADOR E MENSURADOR

Para nosso pensador, ninguém está imune ao risco de ser considerado ingênuo ou alienado, mesmo tendo uma inteligência aguçada e operante, uma vez que tudo depende da adesão à plenitude da manifestação do ser nacional; manifestação esta que se daria do despertar das massas para a necessidade de superação do estado de subdesenvolvimento. Falar de “consciências incultas” é o mesmo que referir-se a uma forma de alienação abrangente que decorre da ausência de inserção na concretude da realidade nacional.  Esse tratamento da consciência como instrumento codificador ou mensurador dos modos de ser ou dos estágios de postura dos indivíduos frente à realidade nacional não nos permite uma visão técnica da questão.

Consciência ingênua fora da realidade nacional
A consciência ingênua é consciência não aderida e não voltada para o engajamento na realidade nacional. Esta ideia de consciência parece mais uma maneira de fazer proselitismo ideológico. Ou se pensa a realidade nacional e, portanto, o conjunto de circunstâncias que nos revelam a condição de habitantes de um país periférico, ou se adere à vivência ingênua, não importando quais sejam os “graus avançados da consciência” que tenhamos atingido.

Álvaro Vieira Pinto foi um dos relevantes colaboradores da Revista Cultura Políticos, órgão mantido pelo Estado Novo, como instrumento de cooptação dos intelectuais para a sustentação teórica e ornamental da ditadura de Getúlio. E nos primeiros artigos Vieira Pinto é apresentado pela Revista como Professor na Faculdade Nacional de filosofia da Universidade do Brasil, ex-professor de filosofia das Ciências na Universidade do Distrito Federal, médico e cientista, dedicado a estudos e pesquisas de laboratório, em contato incessante com os grandes centros de investigação científica da Capital da República e trabalhando na Fundação Gaffré Guinle do Rio de Janeiro.

Para ele é possível num amplo leque de significações tomarem a ideia de consciência como uma espécie de itinerário que pode nos conduzir à compreensão da realidade nacional. A consciência crítica estaria enquanto domínio da totalidade, destinada a obviar todos os conflitos, ainda que prescindisse das mediações no plano da existência concreta. A consciência crítica quer alterar o mundo, e em grau tão extenso que só ela merece o nome de revolucionária. O erudito, o humanista e o sábio não teriam lugar na ordem da consciência crítica, desde que não voltassem seus olhos para a realidade nacional.

Com isso, nosso pensador fala de uma “intencionalidade da consciência coletiva” afirmando que: A consciência não tem existência em si, independente, destacada da coisa que representa, mas é sempre consciência de algo, tende sempre para aquilo que é a cada instante o seu objeto e se conforma exclusivamente no momento de representá-lo. E a consciência se define pela subjetividade e é, portanto o que determina o sujeito enquanto tal. A fenomenologia é criticada pelo seu “caráter idealista”, responsável pela não admissão da intencionalidade coletiva. Haveria para Vieira Pinto um sujeito coletivo difuso como categoria própria da estratégia de elaboração da ideologia nacional.  Observe, logo abaixo:


O pensador quer encontrar um ponto inquebrantável para o início de uma meditação radical em torno da condição do homem colonizado. Mas não conseguiu avançar, em virtude de ter escolhido o mundo da vida como garantia de um novo saber, em detrimento da subjetividade como lugar da vivenciação originária de toda realidade. E escolhido o caminho da filosofia para pensar o desenvolvimento nacional, acabou por não elucidar nenhuma questão relevante, embora tenha realizado um esforço que se impõe à admiração dos seus contemporâneos.

Nosso filósofo perseguiu a verdade que é fomentada pela intenção de estabelecer um quadro de referência para o desenvolvimento nacional, como verdade absoluta, a partir de um radicalismo reducionista. A verdade em Vieira Pinto está na meta optada, que é o desenvolvimento nacional.


* Universitários responsáveis:
- Maria C. Monteiro;
- Robson Scardua Silveira;
- Gilberto Galdino dos Santos;
- Gilmar Leite.


* Polo: Afonso Cláudio - ES
* Disciplina: História da Filosofia no Brasil
* Professor:  Jorge Augusto da Silva Santos
* Tutor à distancia:  Ricardo Miranda Castro David
* Tutora presencial:  Wanja Verônica Dias Fernandes


Nota ¹ Verdade e consciência em Álvaro Vieira Pinto. Publicado originalmente na Revista Filosófica Brasileira. Rio de Janeiro, UFRJ, 1986, vol. III, nº 1, p. 106 a 112. Referência bibliográfica PINTO, Vieira. (1960). Consciência e realidade nacional. Rio de Janeiro, ISEB, 2 volumes.




Referência bibliográfica:

PINTO, Vieira. (1960). Consciência e realidade nacional. Rio de Janeiro, ISEB, 2 volumes, p. 79 a 85. 






sábado, 18 de junho de 2016

A REVOLUÇÃO CIENTÍFICA





Agradecemos aos nossos Mestres e Tutores por mais esta obra!

- Maurício Fernandes e Cláudia Murta;


- Ticiana Pivetta Costa e Wanja Verônica.

GALILEU, PARA SE TORNAR O PAI DA MODERNIDADE HOUVE -SE  QUEDAS
Naquele tempo onde a inquisição condenavaquem tentasse desafiar as verdades de suas crenças, bem lá no alto da Torre de Pisa, a experiência derruba a escolástica.  Contestar uma crença,  se até hoje na modernidade, você é perseguido, imagine Galileu Galilei (1589 - 1590). Ao tentar convencer,  a verdadeira natureza de um movimento, rumo a sua verdade houve quedas na inquisição.  Desistir agora?

No   axioma fisiológico,  a verdade era que o corpo mais pesado atinge a TERRAGalileu Galilei, em seus raciocínios matemáticos, esquematizou com provas mais claras trazendo,  a nós os modernistas uma verdade indubitável. 

Repetidas vezes, o matemático Galileu, lá em cima da Torre de Pisa,  descobriu que as velocidade de um móvel, ao cair irá enfrentar diferentes meios, não obedecendo as proporções dos meios Aristotélicos, que para ele reduzia ao absurdo e contraditório da experiência sensível.

A velocidade para Galileu, aumentava no decorrer da queda.  Após calcular as distâncias percorridas, o problema era descobrir,   por qual motivo a velocidade iria aumentar,  quando em queda.   Ele não tinha nada para medir,  e usou a dedução matemática. 

Para isto, usou a fórmula, onde:  a velocidade x o tempo = a distância.    
Usando seu telescópio, fabricado por ele mesmo,  o sábio Galileu, apesar de ser perseguido pela inquisição que o queria condenar por  heresia, não intimidou o matemático a chamar o saber e nos deixá - lo como herança




Com isso, a comprovação de Galileu falou mais alto, do que as teorias Aristotélicas, pois,  ele teve capacidade de fundamentar as suas próprias teses.  Nenhuma prisão pode deter,  alguma ambição de verdade comprovada,  e a ciência desvenda  e quebra paradigmas.  

A esse conhecimento científico, o saber sobre a natureza, passou a ser reproduzido universalmente,  para ativar a verdade irresistível nos tempos modernos a todo vapor A  matemática e a física, se tornam a ciência essencial, por darem aplicações mediantes todos os fenômenos universais e a metafísica necessita de provas para suprir a ciência.   Do firmamento ao chão,  nossas mentes são ampliadas, na medida que estivermos abertos para aprender e levar o conhecimento. 

Vamos nos permitir , para que os muros da ignorância venham a desabar !!!  A verdade estará numa estrela escondida ou nas habilidades de uma mente brilhante ?!  Ouse.


Ilustrado por Maria Monteiro


Atividade - Vestibular 2016 - UNIP


A filosofia encontra-se escrita neste grande livro que continuamente se abre perante nossos olhos (isto é, o universo), que não se pode compreender antes de entender a língua e conhecer os caracteres com os quais está escrito. Ele está escrito em língua matemática, os caracteres são triângulos, circunferências e outras figuras geométricas, sem cujos meios é impossível entender humanamente as palavras; sem eles, vagamos perdidos dentro de um obscuro labirinto.
GALILEI, G. O ensaiador. Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1978.
No contexto da Revolução Científica do século XVII, assumir a posição de Galileu significava defender a
a) continuidade do vínculo entre ciência e fé dominante na Idade Média.
b) necessidade de o estudo linguístico ser acompanhado do exame matemático
c) oposição da nova física quantitativa aos pressupostos da filosofia escolástica.
d) importância da independência da investigação científica pretendida pela Igreja.

e) inadequação da matemática para elaborar uma explicação racional da natureza.




Ao observar astronomicamente seus experimentos físicos, Galileu Galilei, defendeu o heliocentrismo, que ia contra as concepções da filosofia da Igreja Medieval. 


Texto: Maria C. Monteiro


Fonte:
http://www.if.ufrgs.br/historia/galileu.html
http://www.resumov.com.br/provas/enem-2014/enem-2014-cht-29/











O que é ser moderno, ora ser moderno é relativo. Mudanças de posição ou comportamento em relação ao que se deu no passado de tal a tal período, instituições ou problemas, pode ser considerado moderno. Bacon era moderno quando o pensamento e a própria “ciência” se conhecia através do empirismo. Deixa de ser quando a ciência passa a ser cada vez mais matemática, assim como nos tempos de hoje. Descartes é hoje o pai da ciência moderna.

Descartes é considerado o primeiro filósofo moderno porque para ele as opiniões e as experiências comuns da humanidade eram dotadas de pouco ou nenhum mérito. Para afastar de vez qualquer dúvida em relação a ciência, Descartes criou o método científico que a isentava tanto de opiniões como do empirismo. É o método matemático da dedução pura, que basicamente consistia em começar com verdade ou simples axiomas. Seu mais famoso axioma:

"Consumo, logo existo" 
Cogito, ergo sum. Penso, logo existo. O axioma filosófico de Descartes é um dos mais fortes da História da Filosofia. De forma curiosa, a expressão ultrapassa o campo da Filosofia, assumindo vida própria. Pensadores contemporâneos, críticos da cultura do consumo, costumam tomar emprestado o axioma em prol de uma variação:“Consumo, logo existo”. Na internet, blogueiros e demais internautas que aderiram ao modelo das redes sociais escrevem: “blogo, logo existo”. O existir na contemporaneidade assume novas formas.”



Descartes deu continuidade ao pensamento de Galileu, afirmando que tudo que existe é substância pensante ou substancia extensa, ou seja, por substancia pensante entenda-se por os atributos da alma, Deus, o espírito e por substância extensa: tudo o que tem extensão, que se pode tocar, resumindo: os corpos. 

A mecânica de Galileu implica o princípio da inércia, embora nunca o tenha formulado, e aí está o caminho que leva a humanidade do cosmo finito dos gregos ao universo infinito da modernidade.

Para Descartes a matemática apresenta-se como uma condição de pensamento em função da certeza e da evidencia de seus raciocínios.
A capacidade da matemática ser produtiva provém, no seu entender, do fato de que o espírito estabelece e combina relações e ordem entre os elementos – números ou linhas. É o espírito que conta e não o objeto. Para Descartes não interessa o sensível, todo dado sensível é banido do mundo real.

“Descartes negava a objetividade do mundo. Para ele, o que é oriundo da percepção perde a objetividade e torna-se uma mera aparência. Mas, ao pôr em dúvida o que vê, não coloca em dúvida a visão; ao colocar em dúvida o que ouve, não coloca em dúvida a audição; ao duvidar de um cheiro, não põe em dúvida o olfato.

No fim, ele radicalizou a dúvida e colocou em questão até mesmo os sentidos, duvidou da gênese da percepção. Ainda assim, olhando para ele mesmo, percebeu que há coisas mais difíceis de serem postas em dúvida pelos sentidos, como o fato de ele estar onde está, vestido de determinado jeito, agindo de determinada forma. E se tais coisas não passarem de um sonho? Ou se tudo aquilo que vê – por exemplo, as próprias partes de seu corpo – não passarem de meras ilusões? Nesse momento ele já não conseguia mais distinguir o real do ilusório”.


Texto: Gilmar Leite



Fontes:

- Apostila Fase 4 - Aula 3 -  da Disciplina Filosofia da Ciência – A revolução Científica –        Professores: Claudia Murta e Mauricio Fernandes / Sead – UFES

- http://filosofia.uol.com.br/filosofia/ideologia-sabedoria/16/artigo181224-1.asp

 - http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/filosofia/0022_01.html

Metafísica e Lógica





Aprendemos,  com Aristóteles:


“Todos os homens,  por natureza,  desejam conhecer”.  

Essa natureza do movimento que seria o homem, mas estando em relação ao conhecimento das formas do supra – sensível é algo que está além da física.  
A ciência que se preocupa com o conhecimento que vai além dos corpos em si seria a metafísica.   Esse conhecimento irá ser buscado além dos movimentos dos corpos  consigo mesmo. 

No livro da metafísica, Aristóteles, em seu princípio da não – contradição , vem trazendo questionamentos,  tanto para a filosofia quanto para a ciência.   A causa não causada seria o princípio de tudo.  


ALMA VEGETATIVA
Para Aristóteles, no livro II na obra Metafísica, existem 5 tipos de potencialidades da alma, nesses princípios acidentais em suas operações, existem tais funções: vegetativa; locomotiva; sensitiva, apetitiva  e raciocinativa.
Na  Alma vegetativa, por exemplo, seu objetivo é de se nutrir e fortalecer, mediante a reprodução da espécie.  Aristóteles afirma que os animais ao nascerem em torno de 1 mês já dominam a maiorias de suas habilidades.  O homem quando nasce depois de 5 anos que irá dominar suas habilidades.  E, isto seria a maturação da alma em sua intelectualidade. 
Com isso, todo homem ao desejar se conhecer suas possibilidades de alma o motor que se manifestará será a linguagem.  Essa linguagem trabalhada, segundo Aristóteles, não podemos dizer algo e ao mesmo tempo contradizermos o que se fala.  Isto pode ser tomado como confuso nos discursos,  tanto antigos, como modernos e algo deve ter sentido sobre aquilo que se fala em sua lógica experimental.  Ninguém deseja conhecer algo inverídico, queremos a qualquer custo ser guiados pela luz da verdade
Na lei do que é lógico,  ao dizer algo seu significado,  tem que dizer algo que faça algum sentido.  Este significado do que se diz será incorporado no uso predicativo ao que se está informando.   Aristóteles,  nos ensina que não podemos pensar em nada que não venha a ser determinado.  Pois, toda proposição tem seus sujeitos verbos e predicado.  Nesta proposição seu sentido tem que ser único.  



Texto: Maria C. Monteiro



FONTE:

http://www.resumosetrabalhos.com.br/a-respeito-da-alma-aristoteles.html









Os fisiólogos, faziam ciência no âmbito da admiração e observação da natureza, isso condiz, em uma integração de todo o  processo natural,  daquilo que se dava presente, e de forma fenomênica na natureza.  Portanto, a natureza acontecia em seu próprio movimento, e esse movimento, é que despertava o amor e o desejo do homem para o conhecimento. No entanto, para “Aristóteles”, esse conhecer cientifico dos fisiólogos, era dado de forma confusa, e carente de certezas, ou seja, faltava objetividade e verdade em suas colocações, ao afirmar algo como origem de tudo. Em meio a isso, Aristóteles analisou toda essa problemática apresentada até então,  pelos pré-socráticos, acrescentando o âmbito metafísico e a lógica.  Nesse sentido, O PRINCIPIO DA NÃO - CONTRADIÇÃO, passa a ser o principio da lógica de Aristóteles, ou seja, o fazer lógico. Portanto, nesse sentido, Aristóteles compreendeu que, os pré-socráticos, faziam ciência voltado somente no âmbito material e no sentido empírico, e isso para Aristóteles, contradizia como verdade, pelo fato em que, o homem antes de conhecer, ele deseja. Essa observação de Aristóteles, determinou a colocação da metafísica entre o fazer e o conhecer. No entanto, o que faltava para Aristóteles no conhecimento dos fisiólogos anteriores a ele, era direcionar o conhecimento para o âmbito inteligível e metafísico.

Essa forma de conhecer segundo,  Aristóteles, já tinha sido feita por “Parmênides e Hesíodo”, que pensaram o ser como idéia, ou mesmo como forma, olhando por este sentido, o conhecer saia do âmbito físico, e ia para a linguagem. No entanto, Platão e Pitágoras,  também pensou a origem da natureza como forma, e de maneira geométrica e simbólica.

 Porém, Aristóteles,  conclui que o desejo e o amor pertencem o âmbito inteligível, e não ao material. Nesse sentido, metafísica e lógica, consiste no que a linguagem, contribui para com o conhecimento, ou seja, o (motor imóvel), a natureza e a linguagem, sendo o principio da não -  contradição, e que interligam a lógica com a metafísica.  No sentido em que, o âmbito inteligível que inclui o desejo,  o amor e a razão, se relaciona com a realidade sensível, (o motor imóvel).  O principio da não-contradição permeia a um novo modo de conhecer que até então, não se dava, ou seja, o que nós podemos conhecer na natureza sensível (realidade), e o que podemos conhecer através da linguagem?

Através da linguagem podemos conhecer

No entanto, a possibilidade de conhecimento para Aristóteles, só acontece através da linguagem, e nesse sentido, os fisiólogos se contradiziam, por não apresentarem verdade no que diziam.   Mas,  metafísica e lógica se constitui entre a natureza e a linguagem, com o propósito de dar sentido ao conhecimento.  O desejo de todo homem pelo conhecer, já acontecia desde os pré- socráticos, a partir do amor e do desejo que eles tinham por admirar e conhecer a natureza, nesse sentido, a linguagem vem para Aristóteles, com a função de buscar de forma raciocinativa, o sentido e a lógica em toda proposição e afirmação colocada pelo homem.   Portanto, por trás da  linguagem, sempre existirá um desejo.



Texto: Gilberto Galdino dos Santos






sexta-feira, 15 de abril de 2016

Ética por Mario Sergio Cortella

ÉTICA II - O MAL MORAL










Diante de tantos males morais, quando iremos possuir a virtude?

Alexandre o Grande recebeu influências educacionais de Aristóteles.  Para o sábio Aristóteles o homem tinha uma determinada função onde seus traços específicos de um animal que servem para cumprir determinadas funções (STRATHERN, 1997, pág. 24).  Em sua obra Ética a Nicômaco, Aristóteles destacou em graus profundos de sua sabedoria a felicidade humana.  Esse modelo de felicidade não está ligado aos prazeres ou riquezas, mas a atividades práticas da razão. E, a capacidade de pensar seria algo muito relevante para guiar a cegueira do mal moral da racionalidade e dirigi - la a sua essência natural.
Com isso, diante de tantos males morais, somente descobriremos um ser humano virtuoso na medida em que ele colocar em prática suas ações e habilidades virtuosas.  



"Não possuímos a virtude sem antes colocá - la em prática".
Aristóteles


Questões:

1 - Como podemos interpretar a seguinte citação de Aristóteles: “O bem é aquilo a que todas as coisas tendem” (Aristóteles, 1973, p. 249)?
a) Na “Ética a Nicômaco”, a finalidade será identificada com o “bem”, ou seja, dizer que todas as ações tendem a um fim é o mesmo que dizer que todas as coisas tendem a um bem.
b) Na “Ética a Nicômaco”, a finalidade será identificada com o “prazer”, ou seja, dizer que todas as ações tendem a um fim é o mesmo que dizer que devemos buscar uma vida de satisfação dos impulsos.
c) Na “Ética a Nicômaco”, a finalidade será identificada com a “honra”, ou seja, dizer que todas as ações tendem a um fim é o mesmo que dizer que é preciso realizar grandes feitos para ser reconhecido e isso é a verdadeira felicidade.
d) Na “Ética a Nicômaco”, a finalidade será identificada com a “riqueza”, ou seja, dizer que todas as ações tendem a um fim é o mesmo que dizer que é preciso acumular a maior quantidade de dinheiro possível, pois só assim é possível prevenir-se da pobreza.
Letra A



sexta-feira, 2 de outubro de 2015

ENSINAR A FILOSOFAR





1 - ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA ENSINAR A FILOSOFAR




A prática de ensino pedagógico na licenciatura da arte de ensinar a filosofar vem embutidos dois paradigmas : 

1º ) Paradigma Sofistico e democrático dialógico; e
 2º) Paradigma Socrático Platônico monológico.

Nestas orientações do artigo 36, da LDB  o educando deverá adquirir em seu conteúdo somatório de conhecimentos, o básico para ser capaz de ensinar o aprendiz a relevância da importância política.  Mas, a cidadania será algo único, ou deve ser discutida filosoficamente?

Nesta concepção de cidadania e a forma como apresentamos ao aprendiz nossos devidos conhecimentos, demonstramos a visão holística dos nossos discernimentos sociais.

Essa dosagem apresentada pelo educando deve fazer toda a diferença.  Sendo, que esse saber,  não poderá jamais,  engessar o aprendiz para um comportamento negativo.  

O saber para o aprendiz deve impactar positivamente, para estabelecer soluções como formas de contribuírem para um exercício social,  que cause mudanças necessárias para vida em comunidade.




Platão em sua intelectualidade almejou  nos educar na virtude.  No mito de Protágoras há   uma intenção de levar o aprendiz para o caminho virtuoso.  Porém, existem perspectivas idealistas diferentes.  




- Vamos pensarComo que essas orientações  curriculares, não se apropriam em determinadas legislações, mais específicas,  para trazer um plano ao educando de modelo filosófico,  ela se apoia na Lei das Diretrizes Brasileiras.   Mas, que conceito seria este de "Cidadania"?  
Na figura ao lado temos a resposta.  A cidadania deve buscar sempre o "bem comum e a ordem democrática".


O educando inserido no meio social deve entender que a filosofia , segundo e ensinado pelo  professor Marcelo Barreira, é a mãe do saber, a rainha da ciência,  da matemática,  nos tempos de Platão.  Ela deve fundamentar o saber filosófico para aguçar meios de dar suas opiniões.  Uma medida que deve tomar o educando é não deixar que o ato de filosofar caia no controverso.  Pois, a arte de filosofar, jamais, pode se tornar em motivos de blá, blá, blá! - Ao lado temos um alerta: " filosofia não é papo furado". 

Para um futuro profissional o achismo deve ser abandonado.   Nesta perspectiva, Platônica e Protágoras,  o professor é alguém que não pode ser improvisado.  Sua arte de ensino educativa deve transferir competência naquilo que faz.    As desconexões de opiniões devem serem  usadas como ferramentas, na  construção de ensino, onde o aprendiz tenha possibilidades nos  hábitos de filosofar, para poderem apresentar algo que o sustente na coletividade e na vida  diária.


O legal diante da filosofia é que dentro de uma aula filosófica, ainda que não encontre todas as respostas aprendemos a fazer perguntas.   A filosofia nos dá bagagem para responder se é "correto fazer algo errado quando os outros não estão olhando?".  A ética ensina como regular este comportamento.

Sem ter fórmulas prontas e matérias para decorar o aprendiz deve ser instruído para tomar suas próprias decisões.  Eles devem aprender a criarem seus questionamentos e terem liberdades, para formarem suas próprias visões de mundo. 
A filosofia tem habilidades de nos tornar pessoas mais respeitosas.  E, essa forma de poder que está por trás do ato de estudar, o conhecimento filosófico é algo inteiramente prazeroso.


O interlocutor tem que se capacitar ao vislumbramento, de levar ao ouvinte, a ideia contemplativa do bem .  





Protágoras tem o ensinamento de estimular a fala das pessoas. Mas, quando se vai pegando a habilidade de falar em público , lidera - se  uma atenção ao ouvinte.  Saber persuadir é uma artimanha desejável a todo ser humano.  Somente os verdadeiros conseguirão persuadir. 

A capacidade vai sendo descoberta na medida que se deseja ensinar.  Para isto, tanto educandos como aprendizes devem se comprometerem juntos, a estarem abertos aos ensinamentos da luz que amplia e faz crescer em busca do que é válido a se investigar numa verdade.


2 - FORMULÁRIO C. B. C.  - (CONTEÚDO BÁSICO COMUM ) - DE FILOSOFIA NO ES

2 . 1 .  NOVO CURRÍCULO ESCOLAR







As aulas de filosofia em seu processo pedagógico, seus planejamentos deverão assimilar contextos,  incentivando os confrontos e medidas de avanços na compreensão das raças na sociedade brasileira.  Essa produção deve ser criativa, crítica em todas reelaborações de conceitos sejam eles pessoais ou coletivos.  Os meios viáveis para trabalhar, seriam: dinâmicas de grupo; mídias; projetos interdisciplinares; textos filosóficos.

Os eixos filosóficos devem visar clareza em suas diretrizes,  para a prática docente.  O educador deve sempre, checar seu conteúdo, para dar melhoria continua nas estratégias didático - metodólogica.  




As propostas curriculares devem contemplar a metafísica, e pós metafísica em suas questões para enriquecer o aprendizado.

Filosofia tem contato na forma de ensinar um grande viés valorativo.  Nesta liberdade de valorização não restringe o papel do formador, pelo contrário, a doutrina utilizada não pode sufocar o aprendiz.   Textos fechados entre si devem ser evitados.  O textos devem instigar o educando à discussão conceitual em sala de aula, dando privilégios as interpretações de textos e imagens que originem harmonia com suas medidas disciplinares.








- Habilidades:

- Comuns: 

- Dar estímulos as elaborações  mais rigorosas entre os conceitos apresentados, analisados e confrontados entre as opiniões;  Nestes diálogos devem ser reconhecidos os valores humanos e sociais;

- Pesquisar, ler, interpretar textos de contextos de tradições filosóficas, dando visão nas produções críticas pessoais ou coletivas nos processos investigativos;


- Debater seminários com temas filosóficos, organizando júri simulado;  Uso de mídias ( música, poesia, literatura, crônicas, jornal, internet, documentários e filmes);

- Elaborar projetos interdisciplinares, cujo foco alcance as comunidades das unidades educacionais.












HABILIDADES: 


Comuns: 

- Estimular a elaboração rigorosa de conceitos por meio da apresentação, análise e confronto de opiniões e/ou correntes de pensamento, num reconhecimento da dialogicidade como valor humano e social; 
- Pesquisar, ler, interpretar e contextualizar textos da tradição filosófica em vista de uma produção crítica, pessoal e/ou coletiva, desse processo de investigação.

 - Fomentar uma cidadania ativa pela participação crítica e consequente por meio de: 

a) debates, seminários temáticos, organização de júri simulado;

 b) do uso das diversas mídias (música, poesia, literatura, crônicas, jornal, internet, documentário e filme em vídeo);

 c) da elaboração e produção de projetos interdisciplinares ou transdisciplinares cujo foco seja a comunidade do entorno das unidades educacionais.


Específica para esta série:

-  Identificar, relacionar, problematizar e interpretar os diferentes discursos sobre a “realidade”, sejam eles o senso comum ou as interpretações religiosas, artísticas, filosóficas e científicas, analisando os paradigmas e fronteiras epistemológicas dessas interpretações em confronto com suas implicações, impactos e dilemas éticos atuais, a exemplo da diferença cultural, da igualdade econômica e da temática ambiental.












*Jogos de filosofia na página da Super Interessante que comenta um pouco da vida de alguns filósofos: Platão, Agostinho, Maquiavel, Descartes, Rousseau, Marx, Nietzsche e Sartre.


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Acesso e permanência na escola = Igualdade e oportunidade


- Em qualquer atividade em instituições escolares, dê um  clique para conhecer um pouco dos seus:  Direitos e Deveres na Educação, segundo a Constituição Federal de 1988, Art. 205.





Cada limite deve ser bem definido.  Os professores devem atuar em certos limites.  No pluralismo de ideias deve ser garantido a posição democrática de ensino.

Na rede pública Federal, Estadual e Municipal essa gestão democrática deve ser amparada na forma da Lei.  Eles serão obrigados,  a  garantir uma participação democrática, onde possam valer o direito de todos.  

Na autonomia das Universidades, no art. 207 da C. F. - "As Universidades gozam de autonomia didático - científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão o princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão."

§ 1º - É facultado as Universidades admitir professores, técnicos e cientistas estrangeiros na forma de Lei.  

No artigo 208 da C. F., os Deveres do Estado em relação a educação. serão efetivados, mediante a garantia de:  4 a 17 anos de idade,  oferta garantida a educação a todos;  Hoje toda educação básica, tirando a creche é obrigatória.  O ensino médio é obrigatório, gratuito  e Universal a todos. 

Os portadores de deficiências devem ter atendimento educacional especializado.  A rede escolar deverá atender suas demandas.



A "Universidade não é para todos", segundo a C. F. (art. 208, V).  A Universidade é para quem tem capacidade.  Já no artigo 213, da C. F, § 2º,  as atividades Universitárias podem receber apoio financeiro do Poder Público.
Não é a Constituição Federal que cria o Plano Nacional de Educação, mas a ela outorga a Lei esta prerrogativa.   Em regime de colaboração ela vem definindo diretrizes, objetivos, metas e estratégias para garantir a manutenção do ensino em seus diversos níveis.


No Plano Nacional de Educação de 2014, segundo a Globo News,  a Presidenta Dilma, estabeleceu 20 metas.
Uma destas metas seria elevar o investimento público em educação para 7 % do PIB, em 5 anos;  e para 10 % do PIB, para 10 anos.  Esses valores dão em média R$ 500 bilhões de reais em educação.  Isto é uma demanda urgente, conforme a Justiça social,  de erradicação funcional de combate ao analfabetismo
 A estatística do Brasil em relação ao PIB na tabela da uma impressão que o Brasil está indo bem.  No valor per capta, onde se reflete na qualidade de serviço prestado na qualidade de ensino os EUA, estão num valor 5 vezes superior ao nosso.  

O Plano Nacional de Educação tem uma intenção de colocar a educação no centro da agenda pública brasileira.  






PETIÇÃO PÚBLICA - UAB



A universidade aberta beneficia mais de 300 mil alunos, em 200 mil vagas.  Mais de 700 cidades possuem polos.   Esse sistema tem trabalhado nos limites dos seus recursos e precisa do seu apoio.   Assine a petição Pública, clicando no link abaixo, em favor as Universidades Abertas no Brasil. Já foram alcançadas 37.696 assinaturas
-  Aumente a lista,  e contribua!!






Assine a petição em favor da UAB

















3 - FONTE BIBLIOGRÁFICA:


http://www.ead.ufes.br/pluginfile.php/25823/mod_resource/content/1/Formulario-CBC_ES.pdf

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n. 9394/96, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Diário Oficial da União, Brasília, DF: 23 dez. 1996.

CASSIN, B. O Efeito Sofístico. São Paulo: Editora 34, 2005.


http://www.ead.ufes.br/pluginfile.php/27636/mod_resource/content/2/AULA_05.pdf


http://www.esoterikha.com/coaching-pnl/dinamicas-para-aulas-dinamicas-para-alunos-criancas-jovens-selecao-exemplos.php

https://www.youtube.com/watch?v=R9LQzhks5NE

https://www.youtube.com/watch?v=EaBr4RjUglI

http://www.ead.ufes.br/pluginfile.php/2242/coursecat/description/-MATERIAL%20CAPES%20WEB.pdf

http://super.abril.com.br/multimidia/filosofighters-631063.shtml