Aprendemos, com Aristóteles:
Essa
natureza do movimento que seria o homem, mas estando em relação ao conhecimento
das formas do supra – sensível é algo que está além da física.
A
ciência que se preocupa com o conhecimento que vai além dos corpos em si seria
a metafísica. Esse conhecimento irá ser
buscado além dos movimentos dos corpos consigo mesmo.
No
livro da metafísica, Aristóteles, em seu princípio da não – contradição , vem
trazendo questionamentos, tanto para a filosofia quanto para a ciência. A causa não causada seria o princípio de
tudo.
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| ALMA VEGETATIVA |
Para
Aristóteles, no livro II na obra Metafísica, existem 5 tipos de potencialidades
da alma, nesses princípios acidentais em suas operações, existem tais funções: vegetativa;
locomotiva; sensitiva, apetitiva e
raciocinativa.
Na Alma vegetativa, por exemplo, seu objetivo é de se nutrir e fortalecer,
mediante a reprodução da espécie. Aristóteles
afirma que os animais ao nascerem em torno de 1 mês já dominam a maiorias de
suas habilidades. O homem quando nasce
depois de 5 anos que irá dominar suas habilidades. E, isto seria a maturação da alma em sua
intelectualidade.
Com isso, todo homem ao
desejar se conhecer suas possibilidades de alma o motor que se manifestará será
a linguagem. Essa linguagem trabalhada,
segundo Aristóteles, não podemos dizer algo e ao mesmo tempo contradizermos o que
se fala. Isto pode ser tomado como
confuso nos discursos, tanto antigos, como modernos e algo deve ter sentido
sobre aquilo que se fala em sua lógica experimental. Ninguém deseja conhecer algo inverídico,
queremos a qualquer custo ser guiados pela luz da verdade.
Na lei do que é lógico, ao
dizer algo seu significado, tem que dizer algo que faça algum sentido. Este significado do que se diz será
incorporado no uso predicativo ao que se está informando. Aristóteles, nos ensina que não podemos
pensar em nada que não venha a ser determinado.
Pois, toda proposição tem seus sujeitos verbos e predicado. Nesta proposição seu sentido tem que ser
único.
Texto: Maria C. Monteiro
FONTE:
http://www.resumosetrabalhos.com.br/a-respeito-da-alma-aristoteles.html
Os
fisiólogos, faziam ciência no âmbito da
admiração e observação da natureza, isso condiz, em uma integração de todo
o processo natural, daquilo que se dava presente, e de forma fenomênica na natureza. Portanto, a natureza acontecia em seu próprio movimento, e esse
movimento, é que despertava o amor e o
desejo do homem para o conhecimento. No entanto, para “Aristóteles”, esse conhecer cientifico dos fisiólogos, era dado de forma confusa, e carente de certezas, ou seja, faltava objetividade e verdade em suas colocações,
ao afirmar algo como origem de tudo. Em meio a isso, Aristóteles analisou toda
essa problemática apresentada até então, pelos pré-socráticos, acrescentando o âmbito
metafísico e a lógica. Nesse sentido, O PRINCIPIO DA NÃO - CONTRADIÇÃO, passa
a ser o principio da lógica de Aristóteles, ou seja, o fazer lógico. Portanto,
nesse sentido, Aristóteles compreendeu que, os pré-socráticos, faziam ciência
voltado somente no âmbito material e no
sentido empírico, e isso para Aristóteles, contradizia como verdade, pelo
fato em que, o homem antes de conhecer, ele
deseja. Essa observação de Aristóteles, determinou a colocação da
metafísica entre o fazer e o conhecer.
No entanto, o que faltava para Aristóteles no conhecimento dos fisiólogos
anteriores a ele, era direcionar o conhecimento para o âmbito inteligível e metafísico.
Essa forma de conhecer segundo, Aristóteles, já tinha sido feita por “Parmênides e Hesíodo”, que pensaram o
ser como idéia, ou mesmo como forma, olhando por este sentido, o
conhecer saia do âmbito físico, e ia
para a linguagem. No entanto, Platão
e Pitágoras, também pensou a origem
da natureza como forma, e de maneira
geométrica e simbólica.
Porém, Aristóteles, conclui que o desejo e o amor pertencem o âmbito inteligível, e não ao material. Nesse sentido, metafísica e lógica, consiste no que a linguagem, contribui para com o conhecimento, ou seja, o (motor imóvel), a natureza e a linguagem, sendo o principio da não - contradição, e que interligam a lógica com a metafísica. No sentido em que, o âmbito inteligível que
inclui o desejo, o amor e a razão, se relaciona com a realidade sensível, (o motor imóvel). O principio da não-contradição permeia a um
novo modo de conhecer que até então,
não se dava, ou seja, o que nós
podemos conhecer na natureza sensível (realidade), e o que podemos conhecer
através da linguagem?
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| Através da linguagem podemos conhecer |
No entanto, a possibilidade
de conhecimento para Aristóteles, só acontece através da linguagem, e nesse sentido, os
fisiólogos se contradiziam, por não apresentarem
verdade no que diziam. Mas, metafísica
e lógica se constitui entre a natureza e a linguagem, com o propósito de dar sentido ao conhecimento. O desejo de todo homem pelo conhecer, já
acontecia desde os pré- socráticos, a partir do amor e do desejo que eles
tinham por admirar e conhecer a natureza,
nesse sentido, a linguagem vem para Aristóteles, com a função de buscar de
forma raciocinativa, o sentido e a lógica em toda proposição e afirmação
colocada pelo homem. Portanto, por trás
da linguagem, sempre existirá um desejo.
Texto: Gilberto
Galdino dos Santos










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