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| Agradecemos aos nossos Mestres e Tutores por mais esta obra! - Maurício Fernandes e Cláudia Murta; - Ticiana Pivetta Costa e Wanja Verônica. |
Naquele tempo onde a inquisição condenava, quem
tentasse desafiar as verdades de suas crenças, bem
lá no alto da Torre de Pisa,
a experiência derruba a escolástica.
Contestar uma crença, se até hoje na modernidade, você é
perseguido, imagine Galileu Galilei (1589 - 1590). Ao
tentar convencer, a verdadeira natureza de
um movimento, rumo a sua verdade houve quedas na inquisição.
Desistir agora?
No axioma fisiológico, a verdade era que o corpo mais pesado atinge a TERRA. Galileu Galilei, em seus raciocínios matemáticos, esquematizou com provas mais claras trazendo, a nós os
modernistas uma verdade indubitável.
Repetidas vezes, o matemático Galileu, lá em cima da Torre
de Pisa, descobriu que
as velocidade de um móvel, ao cair irá
enfrentar diferentes meios, não
obedecendo as proporções dos meios Aristotélicos, que para ele reduzia ao absurdo e
contraditório da experiência sensível.
A velocidade
para Galileu, aumentava no decorrer da queda. Após
calcular as distâncias percorridas, o problema era descobrir, por qual motivo a velocidade iria aumentar, quando em queda. Ele não tinha nada para medir, e
usou a dedução matemática.
Para isto, usou a fórmula, onde: a velocidade
x o tempo = a distância.
Usando seu telescópio, fabricado por ele
mesmo, o sábio Galileu, apesar de ser perseguido pela inquisição que o queria condenar por heresia, não intimidou o
matemático a chamar o saber e nos deixá - lo como herança.
Com isso, a comprovação de Galileu falou mais
alto, do que as teorias
Aristotélicas, pois, ele teve capacidade de fundamentar as suas próprias teses. Nenhuma prisão
pode deter, alguma ambição de
verdade comprovada, e a ciência desvenda e quebra paradigmas.
A esse conhecimento
científico, o saber sobre a natureza, passou a ser reproduzido
universalmente, para ativar a
verdade irresistível nos tempos modernos a todo vapor. A matemática e a
física, se tornam a ciência essencial, por darem aplicações mediantes
todos os fenômenos universais e a metafísica necessita de provas para
suprir a ciência. Do firmamento ao chão, nossas
mentes são ampliadas, na medida que estivermos abertos para aprender e
levar o conhecimento.
Vamos nos permitir , para que os muros da ignorância venham a desabar !!! A verdade estará numa estrela escondida ou nas habilidades de uma mente brilhante ?! Ouse.
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| Ilustrado por Maria Monteiro |
Atividade - Vestibular 2016 - UNIP
A filosofia encontra-se
escrita neste grande livro que continuamente se abre perante nossos olhos (isto
é, o universo), que não se pode compreender antes de entender a língua e
conhecer os caracteres com os quais está escrito. Ele está escrito em língua
matemática, os caracteres são triângulos, circunferências e outras figuras
geométricas, sem cujos meios é impossível entender humanamente as palavras; sem
eles, vagamos perdidos dentro de um obscuro labirinto.
GALILEI, G. O ensaiador. Os pensadores. São
Paulo: Abril Cultural, 1978.
No
contexto da Revolução Científica do século XVII, assumir a posição de Galileu
significava defender a
a)
continuidade do vínculo entre ciência e fé dominante na Idade Média.
b)
necessidade de o estudo linguístico ser acompanhado do exame matemático
c)
oposição da nova física quantitativa aos pressupostos da filosofia escolástica.
d)
importância da independência da investigação científica pretendida pela Igreja.
e)
inadequação da matemática para elaborar uma explicação racional da natureza.
Ao observar astronomicamente seus experimentos
físicos, Galileu Galilei, defendeu o heliocentrismo, que ia contra as
concepções da filosofia da Igreja Medieval.
Texto: Maria C. Monteiro
Fonte:
http://www.if.ufrgs.br/historia/galileu.html
http://www.resumov.com.br/provas/enem-2014/enem-2014-cht-29/
http://www.resumov.com.br/provas/enem-2014/enem-2014-cht-29/
O que é ser moderno, ora ser
moderno é relativo. Mudanças de posição ou comportamento em relação ao que se
deu no passado de tal a tal período, instituições ou problemas, pode ser
considerado moderno. Bacon era moderno quando o pensamento e a própria
“ciência” se conhecia através do empirismo. Deixa de ser quando a ciência passa
a ser cada vez mais matemática, assim como nos tempos de hoje. Descartes é hoje
o pai da ciência moderna.
Descartes é considerado o
primeiro filósofo moderno porque para ele as opiniões e as experiências
comuns da humanidade eram dotadas de pouco ou nenhum mérito. Para afastar
de vez qualquer dúvida em relação a ciência, Descartes criou o método
científico que a isentava tanto de opiniões como do empirismo. É o método
matemático da dedução pura, que basicamente consistia em começar com verdade ou
simples axiomas. Seu mais famoso axioma:
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| "Consumo, logo existo" |
Descartes
deu continuidade ao pensamento de Galileu, afirmando que tudo que existe é
substância pensante ou substancia extensa, ou seja, por substancia pensante
entenda-se por os atributos da alma, Deus, o espírito e por substância extensa:
tudo o que tem extensão, que se pode tocar, resumindo: os corpos.
A
mecânica de Galileu implica o princípio da inércia, embora nunca o tenha
formulado, e aí está o caminho que leva a humanidade do cosmo finito dos gregos
ao universo infinito da modernidade.
Para
Descartes a matemática apresenta-se como uma condição de pensamento em função
da certeza e da evidencia de seus raciocínios.
A capacidade
da matemática ser produtiva provém, no seu entender, do fato de que o espírito
estabelece e combina relações e ordem entre os elementos – números ou linhas. É
o espírito que conta e não o objeto. Para Descartes não interessa o sensível,
todo dado sensível é banido do mundo real.
“Descartes negava a
objetividade do mundo. Para ele, o que é oriundo da percepção perde a
objetividade e torna-se uma mera aparência. Mas, ao pôr em dúvida o que vê, não
coloca em dúvida a visão; ao colocar em dúvida o que ouve, não coloca em dúvida
a audição; ao duvidar de um cheiro, não põe em dúvida o olfato.
No fim, ele radicalizou a
dúvida e colocou em questão até mesmo os sentidos, duvidou da gênese da
percepção. Ainda assim, olhando para ele mesmo, percebeu que há coisas mais
difíceis de serem postas em dúvida pelos sentidos, como o fato de ele estar
onde está, vestido de determinado jeito, agindo de determinada forma. E se tais
coisas não passarem de um sonho? Ou se tudo aquilo que vê – por exemplo, as
próprias partes de seu corpo – não passarem de meras ilusões? Nesse momento ele
já não conseguia mais distinguir o real do ilusório”.
Texto: Gilmar Leite
Fontes:
- Apostila Fase 4 - Aula 3
- da Disciplina Filosofia da Ciência – A
revolução Científica – Professores: Claudia Murta e Mauricio Fernandes / Sead –
UFES
- http://filosofia.uol.com.br/filosofia/ideologia-sabedoria/16/artigo181224-1.asp
- http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/filosofia/0022_01.html











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