sábado, 18 de junho de 2016

A REVOLUÇÃO CIENTÍFICA





Agradecemos aos nossos Mestres e Tutores por mais esta obra!

- Maurício Fernandes e Cláudia Murta;


- Ticiana Pivetta Costa e Wanja Verônica.

GALILEU, PARA SE TORNAR O PAI DA MODERNIDADE HOUVE -SE  QUEDAS
Naquele tempo onde a inquisição condenavaquem tentasse desafiar as verdades de suas crenças, bem lá no alto da Torre de Pisa, a experiência derruba a escolástica.  Contestar uma crença,  se até hoje na modernidade, você é perseguido, imagine Galileu Galilei (1589 - 1590). Ao tentar convencer,  a verdadeira natureza de um movimento, rumo a sua verdade houve quedas na inquisição.  Desistir agora?

No   axioma fisiológico,  a verdade era que o corpo mais pesado atinge a TERRAGalileu Galilei, em seus raciocínios matemáticos, esquematizou com provas mais claras trazendo,  a nós os modernistas uma verdade indubitável. 

Repetidas vezes, o matemático Galileu, lá em cima da Torre de Pisa,  descobriu que as velocidade de um móvel, ao cair irá enfrentar diferentes meios, não obedecendo as proporções dos meios Aristotélicos, que para ele reduzia ao absurdo e contraditório da experiência sensível.

A velocidade para Galileu, aumentava no decorrer da queda.  Após calcular as distâncias percorridas, o problema era descobrir,   por qual motivo a velocidade iria aumentar,  quando em queda.   Ele não tinha nada para medir,  e usou a dedução matemática. 

Para isto, usou a fórmula, onde:  a velocidade x o tempo = a distância.    
Usando seu telescópio, fabricado por ele mesmo,  o sábio Galileu, apesar de ser perseguido pela inquisição que o queria condenar por  heresia, não intimidou o matemático a chamar o saber e nos deixá - lo como herança




Com isso, a comprovação de Galileu falou mais alto, do que as teorias Aristotélicas, pois,  ele teve capacidade de fundamentar as suas próprias teses.  Nenhuma prisão pode deter,  alguma ambição de verdade comprovada,  e a ciência desvenda  e quebra paradigmas.  

A esse conhecimento científico, o saber sobre a natureza, passou a ser reproduzido universalmente,  para ativar a verdade irresistível nos tempos modernos a todo vapor A  matemática e a física, se tornam a ciência essencial, por darem aplicações mediantes todos os fenômenos universais e a metafísica necessita de provas para suprir a ciência.   Do firmamento ao chão,  nossas mentes são ampliadas, na medida que estivermos abertos para aprender e levar o conhecimento. 

Vamos nos permitir , para que os muros da ignorância venham a desabar !!!  A verdade estará numa estrela escondida ou nas habilidades de uma mente brilhante ?!  Ouse.


Ilustrado por Maria Monteiro


Atividade - Vestibular 2016 - UNIP


A filosofia encontra-se escrita neste grande livro que continuamente se abre perante nossos olhos (isto é, o universo), que não se pode compreender antes de entender a língua e conhecer os caracteres com os quais está escrito. Ele está escrito em língua matemática, os caracteres são triângulos, circunferências e outras figuras geométricas, sem cujos meios é impossível entender humanamente as palavras; sem eles, vagamos perdidos dentro de um obscuro labirinto.
GALILEI, G. O ensaiador. Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1978.
No contexto da Revolução Científica do século XVII, assumir a posição de Galileu significava defender a
a) continuidade do vínculo entre ciência e fé dominante na Idade Média.
b) necessidade de o estudo linguístico ser acompanhado do exame matemático
c) oposição da nova física quantitativa aos pressupostos da filosofia escolástica.
d) importância da independência da investigação científica pretendida pela Igreja.

e) inadequação da matemática para elaborar uma explicação racional da natureza.




Ao observar astronomicamente seus experimentos físicos, Galileu Galilei, defendeu o heliocentrismo, que ia contra as concepções da filosofia da Igreja Medieval. 


Texto: Maria C. Monteiro


Fonte:
http://www.if.ufrgs.br/historia/galileu.html
http://www.resumov.com.br/provas/enem-2014/enem-2014-cht-29/











O que é ser moderno, ora ser moderno é relativo. Mudanças de posição ou comportamento em relação ao que se deu no passado de tal a tal período, instituições ou problemas, pode ser considerado moderno. Bacon era moderno quando o pensamento e a própria “ciência” se conhecia através do empirismo. Deixa de ser quando a ciência passa a ser cada vez mais matemática, assim como nos tempos de hoje. Descartes é hoje o pai da ciência moderna.

Descartes é considerado o primeiro filósofo moderno porque para ele as opiniões e as experiências comuns da humanidade eram dotadas de pouco ou nenhum mérito. Para afastar de vez qualquer dúvida em relação a ciência, Descartes criou o método científico que a isentava tanto de opiniões como do empirismo. É o método matemático da dedução pura, que basicamente consistia em começar com verdade ou simples axiomas. Seu mais famoso axioma:

"Consumo, logo existo" 
Cogito, ergo sum. Penso, logo existo. O axioma filosófico de Descartes é um dos mais fortes da História da Filosofia. De forma curiosa, a expressão ultrapassa o campo da Filosofia, assumindo vida própria. Pensadores contemporâneos, críticos da cultura do consumo, costumam tomar emprestado o axioma em prol de uma variação:“Consumo, logo existo”. Na internet, blogueiros e demais internautas que aderiram ao modelo das redes sociais escrevem: “blogo, logo existo”. O existir na contemporaneidade assume novas formas.”



Descartes deu continuidade ao pensamento de Galileu, afirmando que tudo que existe é substância pensante ou substancia extensa, ou seja, por substancia pensante entenda-se por os atributos da alma, Deus, o espírito e por substância extensa: tudo o que tem extensão, que se pode tocar, resumindo: os corpos. 

A mecânica de Galileu implica o princípio da inércia, embora nunca o tenha formulado, e aí está o caminho que leva a humanidade do cosmo finito dos gregos ao universo infinito da modernidade.

Para Descartes a matemática apresenta-se como uma condição de pensamento em função da certeza e da evidencia de seus raciocínios.
A capacidade da matemática ser produtiva provém, no seu entender, do fato de que o espírito estabelece e combina relações e ordem entre os elementos – números ou linhas. É o espírito que conta e não o objeto. Para Descartes não interessa o sensível, todo dado sensível é banido do mundo real.

“Descartes negava a objetividade do mundo. Para ele, o que é oriundo da percepção perde a objetividade e torna-se uma mera aparência. Mas, ao pôr em dúvida o que vê, não coloca em dúvida a visão; ao colocar em dúvida o que ouve, não coloca em dúvida a audição; ao duvidar de um cheiro, não põe em dúvida o olfato.

No fim, ele radicalizou a dúvida e colocou em questão até mesmo os sentidos, duvidou da gênese da percepção. Ainda assim, olhando para ele mesmo, percebeu que há coisas mais difíceis de serem postas em dúvida pelos sentidos, como o fato de ele estar onde está, vestido de determinado jeito, agindo de determinada forma. E se tais coisas não passarem de um sonho? Ou se tudo aquilo que vê – por exemplo, as próprias partes de seu corpo – não passarem de meras ilusões? Nesse momento ele já não conseguia mais distinguir o real do ilusório”.


Texto: Gilmar Leite



Fontes:

- Apostila Fase 4 - Aula 3 -  da Disciplina Filosofia da Ciência – A revolução Científica –        Professores: Claudia Murta e Mauricio Fernandes / Sead – UFES

- http://filosofia.uol.com.br/filosofia/ideologia-sabedoria/16/artigo181224-1.asp

 - http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/filosofia/0022_01.html

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