Os mitos é o fundamento que formata a
cultura ,é um modo cultural da valorização da vida. A palavra mito diverge seu
uso no senso comum ou seja fantasias e mentiras.
O mito é uma fantasia artística
ou uma teoria abstrata. Ele não é
idêntico aos termos lenda ou folclore, pois ele detona
a narração "sagrada", ou seja, a narrativa originária da criação. O mito
é nuclear na dinâmica cultural na ação, pensamentos e na vida mesmo na nossa
atualidade.
As culturas humanas devem ser
por definições dinâmicas. Cada um em sua "formatação de base", ou
seja, mito fundante de sua própria
dinâmica cultural.
Para ela ter autenticismo, tem que ter uma globalidade de pensamentos, sentimentos
e de vida que se pulsa na sociedade para que não perca sua identidade. Ela
precisa ser revigorada para que não perca sua vida.
As esferas culturais do mito
religioso e da ciência compartilham a coletividade de uma cultura geral, ou
seja possibilita a dinâmica da relação politico - social.
A ciência e a religião não
deveriam concorrer para uma disputa entre dimensões essenciais para o cidadão.
Democracia Grega
2 . O CIDADÃO ENTRE OS NOMOS E A
PÝSIS
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| Physis e Nomos |
O membro do corpo político é a
definido mais pelo nomos (juridica) do que pela physis (fisica),a prática
da retórica na praça púbica serve para diferenciar o justo do injusto.
A justiça é uma construção
político-retórico a serviço da humanidade e essa construção não impede de se
tecer referenciais morais. Ela é justa
por que se contextualiza - se fosse ao contrário seria negar a concretude da
ação humana.
Os sofistas enfatizam a
religião entre verdade e construção política - jurídica em contexto
democrático. Examinaram um futuro melhor para coletividade, contra as barbáries
e a favor da solidariedade, essa é a "verdade" decidida em
coletividade para a compreensão sofistica da "verdade". Os
valores da justiça e injustiça funciona de acordo com os costumes sociais. O
fogo conforme Aristóteles, arde igual onde for.
A liberdade de se expressar
caracterizou a vida ateniense no século de Péricles. Na antiguidade grega as dificuldades por meio
da escrita tornou-se vantajosa a palavra para o público.
Péricles
Para Péricles a melhor coisa, ou seja, a prevenção contra o autoritarismo e
fundamentalismo é o discurso e vozes na praça pública. O discurso de quem se considera o "dono
da verdade" exige que cale a boca de quem fala do que não
"saberia" é o impedimento para a democracia.
Todos nós compartilhamos de uma
cultura produzida no coletivo e então construímos novas relações políticas pela comunicação,
então, favorecemos com o seguinte conceito:
"contra a opinião da autoridade, viva a autoridade de opinião!"
No mito narrado por Platão no
"Protágoras" no livro VII "A República" sua antítese
paradigmática e teórico valorativa, ambos o texto encontramos em duas partes na
narração da alegoria (mytos) e em seguida o (logos).
A virtude da política ou senso
de respeito e justiça é o lote de cada um para que haja comunidade, adquirida
por todos e para todos.
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| Protágoras |
Para Platão é que a democracia
é uma anarquia, falta de governo, mandam conforme o ponto de vista de
Protágoras, mas não para Platão: a tirania ou seja, domínio de poder.
Apesar dessa oposição o
que há em jogo ou seja em tese é uma política comum, uma incompetência para
assuntos comuns, e nessa, quem se dá bem
é quem usa a palavra com um diferencial.
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| Thémis e Diké |
Com isso, não foi a deusa Thémis nem Diké, que gerou as leis e nem
mesmo os advogados e juízes, mas sim, uma deliberação pública onde que nesse
caminho deveríamos construir a compreensão da justiça.
Para distinguir o filósofo do
sofista hoje em dia seria o intelectual do cientista:
O filósofo é o antigo
"cientista" pois ele sabe a essência do real, isso antes da
separação da filosofia e ciência.
- Responsável:









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